O Dia que eu fui no ginecologista – Uma história muuiitoo ingraçada
Publicado por euventura em Abril 7, 2008
Minha ex-namorada, certa vez, teve uma infecçãozinha de ordem buceto-vagino-clitoriana, não sei obviamente os termos técnicos, mas era uma infecçãozinha qualquer que era fácil de ser cuidada, não lembro se tinha algo a ver com a urina, sei lá, faz tempo.
Bom, eis que chega a moçoila e comenta com seu ilustre namorado, EU, que ela foi ao ginecologista e que identificou a infecção, fez os exames, estava tudo certo, e agora, pra se “certificar” que a coisa estava acabada e não voltaria mais, que eu precisaria ir no médico só ver se o meu membro doador de orgasmos estava em ordem, pra eu não fazer voltar a infecção nela depois. (obviamente que devido a minha ignorância em termos médicos eu estou simplificando a explicação, o médico me explicou o que era na hora, mas a besta que vos fala não lembra de nada, portanto fica valendo esta explicação mais simples só pra efeito explicativo no post)
Pô, simples. Era só eu fazer uns examezinhos e tava fácil, não é? Ledo engano, caros amigos. A dita cuja sugeriu que eu fosse no ginecologista dela, já que ele estava sabendo tudo e que seria um exame de rotina. Ha… óbvio que eu, idiota como sempre, concordei na hora, sem pensar nas consequências que isso me traria.
Eis que Fabião segue calmamente para o ginecologista.
Bonitinho o lugar, cheguei, me apresentei na recepção, e a moça pediu que eu sentasse e esperasse. Foi o que eu fiz, peguei uma Caras (odeio Caras, mas só tem isso em consultório médico e dentista, fazer o que), sentei e…………….. HOLY SHIT! Merda, estava lá eu sendo encarado por 25 mulheres que estavam na espera do médico. Imagine, caro usuário, a velhinha de 60 anos sentada lá esperando sua vez de ter a xana fuçada por um médico e chega um rapaz, alto, bonito e sexy, e fala “oi, tenho uma consulta com o doutor João”. Imagine a dúvida que não passou na cabeça de todas ali no recinto… só fui perceber depois que tava sentado, passando vergonha e com todo mundo me olhando com aquela cara de “o que diabos ele está fazendo aqui”.
Esperei… esperei… esperei… até que fui chamado. Simplesmente todas as senhoritas na sala ficaram horrorizadas, mas eu entrei mesmo assim. A saúde do meu orgão vagino-arrombador é muito mais importante que qualquer uma ali.
Apresentei-me ao médico, ele me explicou tudo o que estava acontecendo, era tudo simples e rápido, só uma checagem de rotina, até que ele soltou a frase: “pode tirar a roupa, por isso aqui e sentar ali naquela mesa”
Sim, senhores e senhoras leitores, eu tive que vestir aquele bagulho que fica a bunda de fora, que usam nos hospitais. Óbvio, nem preciso comentar, o caminho entre o biombo que troquei de roupa e a mesa eu fiz de frente para o médico, andando de lado como siri, para que minha bunda nunca aparecesse um centímetro que fosse.
A coisa já começou ficar estranha ai… sentei naquele negócio com a bunda de fora, o cara pegou no meu membro, examinou, passou um negócio, passou um cotonete e boa. Achei que já estava tudo acabado, que tinha sido tranquilo, quando ele me fala que teria que por o cotonete dentro pra ver se estava tudo ok.
Já estava eu apreensivo, esperando o pior, quando o cara me enfia bem pouquinho do cotonete pau adentro.
Senhores, sentem-se. Mulheres ignorem isso. Homens, você que está ai sentado lendo este texto produzido por mim na maior da sinceridade. Pense comigo. Tente imaginar. Olhe para o seu pau ai, e tente imaginar um cotonete entrando neste pequeno buraco pelo qual saí o xixi.
Eu: Perae filho, vc vai enfiar um COTONETE no meu pau? Vc tá doido é?
Médico: Não vai doer, é só pra certificar que a infecção não pegou em nenhum machucadinho lá dentro.
DESNECESSÁRIO dizer que eu simplesmente dei o maior grito de dor que um ser humano já proferiu. Faltou-me inclusive ar pra terminar o grito. Eu comecei o grito de dor e no meio eu tava engasgando sem ar. Imagine, minha bunda, que estava de fora em contato com o lençol na mesa, fechou de tal maneira que o médico deve ter inutilizado ela depois.
Sério amigos e amigas, nem o dia que eu peguei fogo (sim, eu já peguei fogo, mas sem cicatrizes) eu senti tamanha dor. Nem se um crente bêbado com um Del Rey 82 bater no meu carro e fugir meus nervos irão produzir tamanha sensação de dor no meu cérebro.
O pau ficou tão inchado que eu sai de lá andando com a perna aberta. Veja bem, caro leitor desta poçilga virtual cuja qual nem eu gosto, eu estava num ginecologista, imagine as mulheres na sala de espera verem um homem adentrando o consultório, soltando um grito de dor e logo depois saindo andando com as pernas abertas. Imagine o tamanho da vergonha que este que vos escreve num passou.
Mas tudo bem, o importante, mesmo depois de passar tamanho vexame e dor e mijar sangue por quatro dias, é que meu membro fornicatório estava nos trinques, sem nada que pudesse diminuir sua capacidade extraterrena de fazer mulheres atingirem orgasmos multíplos-mega-power-maximus-poderosus.